Extraterrestres Colonizaram a Terra?

fomos visitados por viajantes do tempo que aqui deixaram parte de seu conhecimento e seus descendentes.

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Teria a Terra Sido Colonizada?

Estátuas de pedra na Ilha de Páscoa
Estátuas de pedra na Ilha de Páscoa

Traçando um paralelo nos legados de diferentes civilizações espalhadas pelo mundo, os pesquisadores do Dakila Pesquisas constataram semelhanças incríveis entre antigas construções como templos, casas e formas arquitetônicas, além de sinais como símbolos e escritas deixados pelos antepassados. E isso nos conduz a inúmeros questionamentos, entre eles a origem do homem na Terra. Mesmo em épocas ou até em raças diferentes existem sinais que evidenciam a presença de culturas e civilizações que possuíam conhecimento superior, inclusive ao que temos hoje, em plena era das viagens espaciais e da comunicação instantânea. Como exemplo, podemos citar as pirâmides no Egito, entre outros. E essas construções, símbolos ou sinais deixados em épocas diferentes por civilizações que na teoria sequer conviveram no mesmo país ou na mesma época são idênticos ou muito parecidos. Como isso seria possível?

De acordo com esses sinais, pode-se chegar a evidências de que nosso planeta teria sido colonizado por visitantes de outros mundos distantes, o que contradiz as informações de que o homem teria surgido na Terra através da evolução das espécies como sugere a teoria do naturalista inglês Charles Darwin. Ou teria sido criado por Deus, conforme as escrituras. Quem sabe uma mistura das duas teorias com uma pitada “hi tech” por diferentes deuses… Tudo é possível, não é mesmo?

Até hoje nunca se encontrou o elo perdido, mesmo com as pesquisas desenvolvidas no século XIX tanto por Darwin quanto pelo também naturalista inglês Alfred Russel Wallace. Darwin comparou espécies aparentadas que viviam em diferentes regiões do planeta e percebeu semelhanças entre os animais vivos e em extinção. A partir dai concluiu que as características biológicas dos seres vivos passam por um processo dinâmico em que fatores de ordem natural seriam responsáveis por modificar os organismos vivos. Paralelamente, concluiu que os organismos vivos estão em constante concorrência e, a partir disso, somente os seres melhores preparados às condições ambientais poderiam sobreviver, o que não deixa de ser uma verdade.

Símbolos rupestres representando a colonização da Terra
Símbolos rupestres representando a colonização da Terra

Mas se fosse somente assim, hoje não existiriam mais alguns animais que persistem em sobreviver, como por exemplo, os macacos. O desaparecimento de diversas espécies pode ter ocorrido por inúmeros fatores e não somente a sobrevivência do mais preparado ou o mais forte. O macaco possui 48 cromossomos e o ser humano 46, uma diferença pequena mas muito significativa. Até hoje ninguém substituiu ninguém como mostra a teoria do evolucionismo, mesmo porque diferentes espécies têm o DNA parecido com o dos humanos, tendo em vista que muitas funções celulares são básicas para todos… Isso sem falar na caixa vocal do ser humano que é totalmente diferente do primata e outros animais, mais uma evidência da impossibilidade da teoria evolucionista ter consistência.

Mas você deve estar se perguntado o que uma coisa tem a ver com a outra. Já que descobriram ruínas de construções e inscrições em diferentes pedras com símbolos semelhantes entre si, alguma coisa diferente deve ter acontecido. Teriam vivido na Terra há milhões de anos civilizações avançadíssimas em tecnologia? Certeza que sim… E será que esses viajantes teriam deixado descendentes além de construções, tábuas de argilas e pergaminhos espalhados por todo o mundo, provas irrefutáveis da presença de outras civilizações que passaram por aqui? E quem seriam esses indivíduos que estiveram por aqui deixando templos, casas, cidades, construções magníficas que resistem ao tempo e a intempéries da natureza como terremotos e outros desastres naturais? Seriam exploradores do espaço que por aqui passaram por alguma razão e deixaram suas marcas? O escritor suiço Erich Von Daniken foi um dos pioneiros a criar diversas teorias sobre a suposta influência extraterrestre na cultura humana desde os tempos pré-históricos. Outros se seguiram nessa linha de pensamento.

Visando trazer à tona provas de que a Terra teria sido colonizada por viajantes do espaço, pesquisadores do Dakila Pesquisas foram a campo pesquisar vestígios de antigas civilizações. E o que encontraram não só corrobora essas teorias como avança em direção a um sentido mais amplo sobre a origem humana.

Na Amazônia

Símbolos encontrados em todo planeta mostram a colonização da Terra
Símbolos encontrados em todo planeta mostram a colonização da Terra

A primeira pesquisa foi realizada na Amazônia em março de 2004, visando comprovar que o Brasil é o berço da formação antropológica e arqueológica mundial, bem como encontrar provas sobre a origem do Homem e sua ligação com o Brasil, apresentando novas datas e períodos. Para tanto, foram visitados sítios arqueológicos já catalogados, além de descobrirem através de conversas com nativos da região sobre a existência de outros sítios ainda não estudados pelos órgãos competentes. Também foram visitados fortes hoje ocupados pelos militares, que segundo informações de fontes diversas são templos pré-colombianos que foram reconstruídos pelos padres jesuítas em forma de igrejas e monastérios para catequisar os índios e impor seus dogmas.

Diante dessa descoberta, foi realizada outra expedição a Amazônia em julho de 2005, começando os trabalhos por Porto Velho (RO), passando pelas cidades de Guarajá Mirim, Vila Bela (Confluência dos Rios Madre de Dios e Madeira), Costa Marques (Forte Príncipe da Beira) e Província de Remanzo, na Bolívia. No Forte Príncipe da Beira, localizado no município de Costa Marques (RO) foram encontrados peças e utensílios pertencentes a uma civilização que certamente se utilizou de uma alta tecnologia inexistente inclusive nos dias atuais.

No México

As pesquisas foram direcionadas para o México em janeiro de 2010, mais precisamente na península de Yucatan onde se localizam as ruínas maias. Foram percorridas as localidades de Chichén Itzá, Tulum e Coba. Os trabalhos se focaram na pesquisa antropológica e arqueológica da civilização maia e sua influência no momento atual vivenciado pela humanidade e sua ligação com o Brasil. Em Chichén-Itzá está a pirâmide de Ku-Kul-Kan (nome de um dos principais deuses maias, conhecido como “serpente emplumada”). Ku-Kul-Kan ou o templo das amazonas, as lendárias mulheres guerreiras (rainhas/sacerdotisas que dirigiram a civilização maia), representa o tempo, muito bem registrado em suas 18 plataformas, sendo 9 de cada lado da escada principal com o simbolismo da divisão do ano solar maia em 18 meses.

Símbolos rupestres mostram a colonização da Terra
Símbolos rupestres mostram a colonização da Terra

Em Chichén-Itzá também foi visto “El Caracol”, um observatório construído há mil anos com a cúpula arredondada idêntica aos atuais… A torre de El Caracol se assenta acima de quatro espirais, permitindo excelente visão do céu e da paisagem ao redor. Suas fendas ou “janelas” permitem a observação do planeta Vênus, bem como o equinócio do por do sol. Os maias desenvolveram a aritmética de maneira que ela permitiu cálculos astronômicos com uma exatidão admirável. El Caracol foi cuidadosamente alinhado com os movimentos de Vênus. Como se pode perceber, há ligação entre as construções maias, as pré-colombianas da América do Sul e o que já foi encontrado no Brasil, que denota a passagem dessas inteligências femininas nessas regiões, inclusive as famosas e lendárias mulheres guerreiras.

Na França e na Itália

Também em 2010 os pesquisadores do Dakila Pesquisas estiveram na França e Itália, levantando informações sobre Joana D ́arc, além de pesquisas sobre a origem do homem e a presença de inteligências de outros mundos em diversas partes do globo terrestre. O grupo percorreu parte da França, visitando desde Domrémy-la-Pucelle, o local de nascimento de Joana em 06 de janeiro de 1412, até a cidade de Rouem, onde supostamente ela foi queimada viva em 30 de maio de 1431 com apenas 19 anos de idade.

Novamente na França, uma pesquisa realizada entre abril e maio de 2012, foram localizados templos e construções muito antigas em Roquebrune-sur-argens, a 140 km de Aix-em-Provence. Foram visitados a gruta de Limousis e a Gruta de Madalena, em Saint Baume, encravada em uma montanha, um lugar único e diferente.

Nesta pesquisa foram encontrados indícios indiscutíveis que Joana D ́arc conversava com “Anjos de Deus”, que na realidade seriam inteligências de outros mundos que passavam informações para ela. Por conta dessas conversações, foi perseguida pela Igreja e considerada por muitos séculos uma bruxa herege. Estranhamente após séculos de difamação a própria igreja que a perseguiu, acabou por canoniza-la como mártir e santa.

Peru e Bolívia

Forte Príncipe da Beira: construção muito mais antiga do que se supõe
Forte Príncipe da Beira: construção muito mais antiga do que se supõe

Em setembro de 2011 os pesquisadores conheceram as ruínas da civilização inca no Peru e na Bolívia, coletando dados e traçando paralelos com as pesquisas anteriores, principalmente entre as civilizações maia, egípcia e outras e o legado do famoso deus Viracocha. Foram identificados templos de iniciação e de serviços diferenciados da população.

Também foi investigado a possibilidade da presença de uma civilização de gigantes nos sítios arqueológicos de Sacsayhuamán que contém gigantescas pedras, todas trabalhadas com uma tecnologia incomum devido ao seu peso e tamanho. Os pesquisadores visitaram Tiahuanaco, na Bolívia, localizada a sudeste do Lago Titicaca e que é composto por sete ruínas arquitetônicas, entre elas Kalasasaya ou o lugar das grandes pedras em pé. Tiahuanaco pode ser considerada uma das cidades mais antigas da terra.

Na Turquia

Os pesquisadores do Dakila Pesquisas estiveram duas vezes pesquisando na Turquia. A primeira ocorreu em outubro de 2013 e a segunda em março de 2014. Foram percorridas as ruínas de Éfeso, passando pela Biblioteca de Celsius, pela bem conservada avenida de mármores, pelo grande teatro, templos, o Pórtico de Hércules e outros monumentos históricos. O grupo esteve também nas ruínas de Afrodisias, um sítio arqueológico romano perto da cidade turca de Geyre. Como o nome já diz, ali está o templo de Afrodite. Antes de chegar em Afrodisias, uma passada em Hierápolis um notável sítio arqueológico, situado junto a Pamukkale, imponente conjunto de piscinas termais que descem em cascata numa colina.

Os participantes da expedição também estiveram no Monte Nemrut, onde se localiza o túmulo do rei Antíoco I e onde há figuras enormes esculpidas em pedra. Depois uma passada na cidade histórica de Urfa, onde está a caverna onde teria nascido Abraão, o patriarca dos judeus e muçulmanos. Na visita às ruínas de Göbleki Tepe os pesquisadores observaram que aquele local teria começado a sociedade organizada entre os homens, há mais ou menos 11 mil anos. Na segunda pesquisa realizada na Turquia no início de 2014, foram percorridos apenas o Monte Nemrut no Sudeste da Anatólia e a cidade de Dara, localizada no Norte da Mesopotâmia fazendo fronteira com a Síria, onde teria nascido Sara mulher de Abraão, local tambem onde se localizam cisternas e templos enormes indicativos da presença de civilizações muito adiantadas que percorreram aquele local há milhares de anos.

Tanto na França, quanto na Turquia, México, no Peru, na Amazônia, no Paraguai, no sul do Brasil e até na pedra Ingá na Bahia e pelo mundo afora há muita informação similar em termos de construções e simbologia deixados por essas antigas civilizações, indicando que fomos visitados por viajantes do tempo que aqui deixaram parte de seu conhecimento e seus descendentes.

Pesquisa: Urandir Fenandes de Oliveira
Texto: Eliane do Canto