A Paranormalidade e Dualidade

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As Faculdades Paranormais e a Dualidade

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Nesse artigo iremos expor algumas conclusões e resultados de nossos estudos e pesquisas paracientíficas sobre as faculdades paranormais e a dualidade.

Nossa física quântica descreve a capacidade dos entes físicos subatômicos de se comportarem ou terem propriedades tanto de partículas como de ondas. É a tão conhecida dualidade onda-partícula, também denominada dualidade matéria-energia. E o que isso nos ensina? Que a própria estrutura da nossa matéria tem um comportamento dual.

O Homem e sua Percepção do Mundo

Isso explica em parte que o homem tenha uma percepção dual do mundo, já que ele mesmo enquanto estrutura física é um reflexo dessa dualidade. Ele também vê o mundo por meio da dualidade ou das polaridades, perdendo o conceito de unidade. Daí os conceitos de bem e mal, certo e errado, luz e sombra, etc. Krishnamurti tinha um conceito interessante a esse respeito. Ele dizia que nós vivemos aprisionados no beco da dualidade, na armadilha dos opostos e que devemos compreender a dualidade para que possamos transcendê-la. Segundo ele, enquanto houver pensador e pensamento, haverá inevitavelmente a dualidade. O conflito da dualidade terminaria quando compreendêssemos que pensador e pensamento não são duas coisas separadas e sim uma única coisa. Essa unidade neutraliza a dualidade.

Yin Yang: o princípio da Dualidade

O Yin-Yang, por exemplo, seria manifestação da Essência através da dualidade:

– O Yin(lado Preto) representaria o frio, a sombra, o abstrato, o subjetivo, o caos, o feminino.

– O Yang(lado Branco) por sua vez representaria o calor, a luz, o lógico, o objetivo, a ordem, o masculino

Esses exemplos apenas ressaltam como é inerente a existência de opostos, mas que na realidade não são opostos, são apenas formas diferentes de existir ou uma mesma realidade vista sob dois prismas diferentes.

O próprio cérebro humano reflete perfeitamente a ressonância da dualidade.

Estudos de neurociências dizem que os hemisférios direito (Yin) e esquerdo (Yang) trabalham de maneira complementar processando as informações de forma diferente. No hemisfério direito reside a intuição, a criatividade e as habilidades artísticas enquanto que o hemisfério esquerdo é responsável pela parte lógica, detalhada e organizada. O ideal é que usássemos os dois hemisférios de maneira integrada e equilibrada. Isso gera uma equalização das frequências de onda cerebrais.

Nossos estudos indicam que quando os dois hemisférios cerebrais entram em ressonância através de frequências cerebrais aceleradas e equalizadas, começam a surgir, de maneira consciente ou não, efeitos paranormais. Isto ocorre porque o equilíbrio dos dois hemisférios cerebrais gera um efeito de unidade, quebrando as consequências da dualidade, rompendo com nossas limitações racionais, permitindo e expandindo o acesso às realidades paralelas.

A paranormalidade nada mais é que a capacidade de se manipular diferentes níveis de frequências em diferentes percepções da realidade. Seria um controle sobre os campos e vibrações de partículas em diferentes níveis. Mas para que possamos manipular alguma frequência, ela precisa, num primeiro instante, já ter sido mapeada e identificada pelo nosso cérebro. Uma das funções do nosso cérebro é mapear e identificar frequências, mas o seu “campo de atuação” depende daquilo que é considerado com sendo “real e possível” dentro do subconsciente. Dito de outra maneira, aquilo que não existe na minha concepção de realidade e visão de mundo não será mapeado e identificado pelo meu cérebro. Pessoas formatadas por visões de mundo rígidas e fechadas não abrem espaço para novas realidades, pois cercam seu subconsciente com crenças limitantes. Essas terão mais dificuldade de desenvolver tais faculdades.

Por exemplo, se uma pessoa consegue alterar as frequências da estrutura atômica e consegue atravessar ou ver através de uma parede, isso quer dizer que antes dela conseguir desenvolver essa habilidade, seu subconsciente já considerava isso como sendo possível.

Através de algumas experiências ligadas à física quântica em alguns laboratórios europeus, o pesquisador Gregg Braden concluiu que os pensamentos e sentimentos geram campos eletromagnéticos, que influenciam as partículas agindo como construtores da realidade. Algumas destas experiências:

1 – O coração e a pele humana geram fluxos de carga elétrica que criam campos eletromagnéticos. Esses campos eletromagnéticos são direcionados pelas glândulas pineal e pituitária e são amplificados pela vibração de mini-cristais que se encontram em nosso plasma sanguíneo. Esses campos influenciam nas partículas ao nosso redor.

2 – Somos todos criadores da realidade e não apenas observadores. Nós influenciamos as partículas ao nosso redor quando interagimos com elas. A experiência da dupla fenda nos demonstrou que o fato dos cientistas conhecerem os parâmetros da experiência fez com que o comportamento das partículas fosse influenciado por eles.

3 – Partículas que uma vez já estiveram em contato, mesmo depois de separadas, continuam a sofrer efeitos de ressonância uma na outra. Essa conclusão decorre de outra experiência que consistiu em separar dois fótons que uma vez estiveram unidos a 22 km de distância de um no outro. Observou-se que ao estimular um dos fótons, o outro reagia também como se estivesse recebendo o mesmo estímulo. Isso explica o princípio de ressonância de partículas utilizado em nossos estudos.

4 – O DNA humano sofre alterações em função das emoções sentidas e ele influencia o comportamento das partículas a seu redor. Uma experiência demonstrou que ao colocarmos uma amostra de DNA humano num vidro contendo somente fótons, os fótons se alinhavam à forma do DNA humano. Outra experiência demonstrou que as emoções humanas alteravam o estado do DNA fazendo com que ele ficasse mais relaxado ou mais tenso segundo o tipo de emoção que o indivíduo sente. Percebemos aqui o impacto dos pensamentos e sentimentos até mesmo em nossa estrutura genética.

Muitos grupos de pesquisa afirmam que basta desenvolver o campo áurico gerado pelo eletromagnetismo do coração. Outros grupos trabalham com treinamentos mentais. Nossa conclusão é de que essas técnicas não deveriam se opor, mas serem complementares. O domínio de estímulos emocionais e sexuais cria um fluxo eletromagnético que pode ser direcionado com maior eficácia pela mente quando os hemisférios cerebrais estão equilibrados e ficam em fase com o campo de força áurica do coração.

Sendo assim, um indivíduo que direciona seus pensamentos e sentimentos de maneira consciente é capaz de aprender a modificar também conscientemente a realidade (ou as frequências das partículas que compõem a realidade). E como um indivíduo consegue desenvolver isso? A resposta é simples: com perseverança e treinamento. Se o seu cérebro acredita que algo é possível e você tenta treiná-lo a identificar o caminho que torna isso possível, ele será capaz de achar as frequências necessárias que farão as partículas que constroem a realidade serem capazes de alterá-la.

As faculdades paranormais são então frutos de um processo consciente ou inconsciente de treinamento e estão acessíveis a todos. Paranormalidade não é nada de sobrenatural. São extensões naturais dos nossos sentidos, quando existe abertura de consciência. Já dizia Santo Agostinho que “os milagres não são uma contradição da natureza, mas daquilo que conhecemos da natureza”.

Autores: Alan Fernandes & Otávio Reis

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