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Criptomoeda brasileira surge como sólido mecanismo de desenvolvimento econômico e social

Há anos o Brasil vem enfrentando uma severa crise econômica. Segundo previsões do governo e do mercado, a economia deve crescer cerca de 0,8% em 2019. Apesar de ter saído da recessão, do avanço da agenda de reformas e da queda na taxa básica de juros (Selic), a economia continua patinando e não há sinais de forte recuperação a curto prazo. Hoje o país tem 12 milhões de pessoas desempregadas e, segundo a pesquisa “A Escalada da Desigualdade”, lançada pelo FGV Social em agosto, desde o fim de 2014 até o segundo trimestre de 2019, a renda dos 50% mais pobres da população caiu 17%.

Com o objetivo de oferecer à sociedade um mecanismo sólido e eficaz na promoção do desenvolvimento econômico e social, o empresário e pesquisador, Urandir Fernandes de Oliveira, lançou no mercado, no dia 9 de setembro, a moeda digital Dourado Coin.

Fundador da Associação Dakila Pesquisas, do condomínio urbano Cidade Zigurats, localizado no município de Corguinho (MS), e mais oito empreendimentos, como empresa de cosméticos, jazidas de argila, fábrica de artefatos de concreto, entre outros, o empresário Urandir Fernandes sempre se preocupou em idealizar meios capazes de promover a dignidade humana, sendo a criação da moeda digital Dourado sua mais recente investida na busca por uma sociedade mais justa e igualitária.

Idealizada pelo grupo empresarial comandado por Urandir, cujo foco primordial é a pesquisa científica e a inovação tecnológica, a Dourado Coin já nasce com diferencial. “A Dourado Coin conta com o suporte de um grupo formado por mais de nove mil pessoas no Brasil e no exterior, patrimônios e tecnologias que servem de lastro de valor agregado `a moeda”, esclarece Oliveira.

A utilização da Dourado Coin buscará conectar a segurança da Blockchain aliado ao almejado progresso econômico.  “Há algumas décadas o Brasil vem buscando encontrar uma unidade monetária de nível mundial que garanta pagamento de compromissos de forma segura e eficiente”, afirma Urandir, lembrando que o termo Dourado, por si só, remete a riquezas, prosperidade.

Lançada no mercado com o valor de 2 dólares americanos para um Dourado, a aposta é de que a moeda virtual chegue ao fim do ano cotada ao menos a 20 dólares por um. E, a aposta é plenamente justificável haja vista que a moeda terminou a primeira semana de existência com uma valorização de 3.68%, ou seja, fechou a semana que findou valendo USD$ 2,15.

Em outubro, a Dourado Coin será lançada no mercado financeiro das criptomoedas.

Bônus Dourado Mercantil

Na mesma data, o presidente do Dakila Pesquisas lançou o Bônus Dourado Mercantil (BDM), uma moeda social física, nas Câmaras Municipais de Corguinho e Rochedo, no Mato Grosso do Sul. “A moeda social é o melhor sistema de circulação de riquezas e para enriquecer a população em geral”, defende Urandir de Oliveira, lembrando que o Brasil possui mais de 100 moedas sociais.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Corguinho, Adalzizo Paraguassu, o BDM terá grande importância para o município. “Além de fortalecer a economia fazendo o dinheiro circular no nosso município, a moeda social promoverá a inclusão social, gerando mais empregos e oportunidades para todo mundo que mora aqui”, disse o parlamentar. A prefeita de Corguinho, Marcela Ribeiro Lopes, não pôde comparecer na solenidade de lançamento, mas manifestou apoio e votos de sucesso à iniciativa.

Em Rochedo, o prefeito Juninho Ribeiro ressaltou que o BDM certamente trará bons frutos ao município. “Há dois anos foi realizada uma experiência com esta moeda em Rochedo e tivemos ótima aprovação. Hoje o BDM volta em definitivo, sendo um grande avanço para o comércio e toda comunidade local, numa parceria que ajuda no desenvolvimento econômico e sustentável”, disse Ribeiro.

A intenção do Dakila Pesquisas é lançar o BDM em todos os municípios do Brasil e, em breve, fundar o Banco Dourado, um banco comunitário com foco no aspecto humanitário, onde pessoas de baixa renda terão acesso a microcréditos com juros mais baixos que os convencionais, sem necessidade de comprovação de rendimento ou patrimônio.

 

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