Pedra do Ingá misterioso sítio arqueológico no Nordeste

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Investigadores de Dakila Pesquisas estiveram na Pedra do Ingá, localizada na cidade de Ingá, interior da Paraíba, Nordeste do Brasil, a 90 km da capital João Pessoa. Foram pesquisar o sitio arqueológico mais importante do Brasil, da América Latina e quem sabe da Terra.

O sitio arqueológico Pedra do Ingá transformou-se em um grande enigma para arqueologia, devido a várias conjecturas sobre sua origem e datação. Ele é composto por um conjunto rochoso que ocupa uma área de 250m² em um lajedo no meio do curso do Rio Bacamarte, apresentando inscrições rupestres de baixo relevo.

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Celso Jr, Edmee Melo, Graça Dantas, Fátima Alencar, Marise e Plautino Laroque

Participaram desta tarefa em outubro de 2018 os pesquisadores Celso Júnior, Edmee Melo, Fátima Alencar, Plautino Laroque, Marise Laroque e Graça Dantas. Há bastantes controvérsias sobre estas inscrições, desde povos vindos de outras longitudes a extraterrestres.

Em 1995 foi inaugurado o Museu de História Natural nas proximidades do monumento. Segundo uma pesquisadora paraibana, as inscrições representam um calendário lunar com 114 Luas, simbolizadas por desenho de  “ Caracol”  um no início e outro no final.

Outro pesquisador austríaco no início do século XX percorreu toda a região estudando vestígios fenícios, associando estas inscrições a escrita demótica do Egito.  Um jornalista Espanhol comentou em seus registros sobre as inscrições da Pedra do Ingá terem sido feitas por visitantes de outros mundos.

Interessante registro de outro pesquisador que escreveu sobre “As pegadas de São Tomé”  versa sobre um inusitado estudo de símbolos rupestres paraibanos.  Já outro arqueólogo em 1972 publicou matéria comentando que as inscrições existentes na Pedra do Ingá constituem verdadeiros modelos atribuído a “Sumé”,  um líder da mitologia dos povos tupis do Brasil que teria estado entre os índios antes da chegada dos portugueses, transmitindo uma série de conhecimentos como a agricultura, organização social e o fogo.

Em 1977, a Pedra do Ingá recebeu a visita do professor egípcio Fathi Sehea, que em suas pesquisas estudou os ideogramas, descobrindo um suposto mapa reproduzindo o rio Nilo e outros símbolos parecidos com os da hieroglífica faraônica, a famosa Flor de Lótus dos templos de Karnak e Luxor.

Até hoje contudo não foi possível um estudo de forma conclusiva de quem foram os autores das inscrições e quais as motivações do monumento ter sido produzido.

Os pesquisadores de Dakila tem um grande estudo pela frente devido à importância e riqueza deste sitio arqueológico, em relação aos que já foram encontrados em outros países como Grécia, Egito, Turquia…

Quem sabe na Pedra do Ingá não teremos as informações sobre a o origem da humanidade, como é a vida, como começou o mundo, como é a Terra, o Sol a Lua? Será que os misteriosos símbolos não seriam uma chave?

Temos um grande tesouro no Brasil!

 

Texto: Fátima Alencar 

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